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A comida é uma questão que tem causado um grande interesse ao longo da história. Esse interesse está ligado a uma ignorância que favorece o desenvolvimento de muitos mitos e erros em termos de alimentos.

Esses mitos causaram mudanças na maneira de comer de muitas pessoas e isso provocou uma alteração no comportamento e mudanças nos hábitos e  hábitos alimentares de muitas pessoas.

Existem numerosos alimentos para os quais propriedades e características falsas foram atribuídas devido ao mito. Frutas se ingeridas no final da refeição engordam, tomar uma noz de manhã diminui os níveis de colesterol, etc.

Já foi dito que sofrer de estresse faz você engordar. Existem muitas crenças que ainda são mantidas como resultado de muitas fontes que carecem de apoio científico.

As opiniões se espalharam sem qualquer direção em toda a sociedade, de boca em boca ou até mesmo gerações. Graças à ciência, temos informações verdadeiras às quais devemos prestar atenção. Se nos relacionamos dieta o assunto fica ainda mais acidentado, porque existem milhares de invenções sobre esse assunto, você tem que ter muito cuidado com as dietas  da moda como essa daqui!

Beber água em refeições de engorda é falsa

Sabemos que a água é um alimento calórico (não tem calorias), mas seus nutrientes fornecem muita energia. Não esqueça que nossa composição tem uma alta porcentagem em água. Este líquido não pode engordar. O problema que surge sempre que está ligado a uma dieta é o tempo de tomar a água. Beber água antes das refeições pode proporcionar uma sensação de plenitude.

Tente beber um copo grande de água antes de comer, você não pode realmente provar uma mordida! É recomendado em dietas de emagrecimento. Esqueça que beber quando você come engorda. A água nunca engorda! É impossível! Tome sempre que quiser! Durante todo o dia é aconselhável beber cerca de dois litros de água para libertar toxinas apostadas na água!

O pão não pode fazer parte de uma dieta hipocalórica para perder peso: falso

O pão é um farináceo como o resto da massa e outros cereais. É muito rico em carboidratos. É o nutriente que precisamos em maior proporção sendo essencial na dieta mediterrânea. O pão tem a mesma composição do lado de fora como do lado de dentro.

Se você quiser para tomar menos calorias , o que você deve fazer é comer menos, em vez de eliminar o pão da dieta (leva algum miolo) que aumenta as calorias do pão normalmente é o que acompanha manteigas, compotas , salsichas ou molhos. Pão com um pouco de salmão defumado em dietas de emagrecimento é ideal. Não acredite que o pão engorda não é verdade!

Alimentos ricos em carboidratos são os piores para a dieta

Se tomarmos muitos carboidratos por dia, não perderemos peso. Cria obesidade , diabetes, excesso de colesterol, etc.) Se não tomarmos nada de carboidratos em nossa dieta, também não estaremos indo bem. O corpo precisa ter um equilíbrio e não podemos eliminar da dieta nada que seja necessário, é um absurdo fazer uma dieta eliminando os essenciais! Ela vai atacar a saúde!

Os hidratos de carbono são transformados pela ação de enzimas digestivas. Eles são armazenados em nossos músculos e fígado como glicogênio. Eles são usados ​​no momento em que fazemos um esforço , por mínimo que seja. Quando dormimos, o corpo continua trabalhando e gastando. Carboidratos são fundamentais.

A partir do correto manejo nutricional, revela-se um bom estado de forma e um equilíbrio da massa corporal. Eles não devem ser removidos da dieta para perder peso, a única coisa que não pode ser comido muitas quantidades, se não nos exercitarmos.

Hoje em dia, muitas vezes ouvimos sobre anabolizantes, seus usos, vantagens, desvantagens, etc. Mas quais são os anabolizantes realmente, tudo o que é dito sobre eles é verdade? Antes de mergulhar no assunto, é importante esclarecer que a palavra "anabólico" significa aumento da massa muscular.

Há infinitas experiências que mostram os danos e prejuízos que o uso de anabolizantes provoca no corpo e mente daqueles que o consomem. Por outro lado, sintomas muito semelhantes aos vícios de certas drogas foram detectados ; Um poderoso desejo de continuar consumindo, não sendo capaz de diminuir a dose, uma vez iniciada a síndrome de consumo e abstinência.

Existem duas maneiras de alcançar o desenvolvimento muscular. A maneira saudável, isto é, aquela que consiste em uma dieta balanceada e exercício físico regular. No caso de falta de certos nutrientes, podemos recorrer ao consumo de suplementos vitamínicos de todos os tipos. É importante que estes sejam sempre prescritos por um especialista.

O caminho insalubre e aquele em que o desenvolvimento muscular excessivo é procurado é através do uso de anabolizantes. Estas são preparações sintéticas com propriedades muito semelhantes aos hormônios masculinos (testosterona). Esses hormônios não são consumidos, mas são fabricados pelo próprio corpo em um equilíbrio muito delicado.

Anabolizantes naturais

O anabolismo é o conjunto de processos metabólicos que normalmente ocorrem em qualquer organismo humano, ligados à construção e crescimento de tecidos corporais, especialmente os músculos do corpo. Proteínas e aminoácidos são os principais compostos para a formação de componentes celulares e novos tecidos.

Os anabolizantes naturais são a melhor opção para aumentar a massa muscular de forma eficaz e duradoura.

Os anabólicos naturais também são suplementos que aumentam a produção de testosterona naturalmente usando uma combinação de plantas ou ingredientes que não são esteroidais ou prohormonais. O aumento do nível de testosterona melhorará o desempenho atlético, o crescimento e a perda de gordura, além de aumentar o desejo sexual.

Benefícios dos anabólicos naturais:

  • Eles aumentam a liberação de hormônios e substâncias anabolizantes naturalmente.
  • Eles promovem maior contribuição protéica para os grupos musculares.
  • Melhora o treinamento em resultados esportivos.
  • Eles não têm efeitos colaterais.

Tipos de anabolizantes naturais:

Existem vários tipos, como creatina e proteína em pó, que são comumente usados, e como precursores de óxido nítrico e precursores hormonais. Embora seu efeito não seja tão forte quanto o produzido pelos esteróides, seu uso não causa risco à saúde do atleta e se torna uma alternativa favorável para complementar uma alimentação saudável e um treinamento adequado.

Existem muitas opções para melhorar os resultados de qualquer atleta no ginásio. No entanto, a melhor coisa que você pode fazer para atingir seus objetivos é ser consistente em seu treinamento e fazer uma boa dieta, então, se você quer alcançar um resultado melhor, apóie-se em um bom suplemento, mas sempre aconselhado por um especialista.

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Quem não aprecia comparações que nos perdoe, mas o checkup nada mais é do que a bola de cristal do médico. É por meio de exames que ele vislumbra o provável futuro do paciente e, se preciso, intervém no presente para lhe proporcionar um destino melhor. Tudo perfeito se não houvesse uma tendência em abusar desse expediente, o que transforma a bola de cristal em um caro truque de ilusionismo.

O alerta mais recente vem de uma pesquisa do instituto Consumer Reports, nos Estados Unidos, que avaliou cerca de 8 mil americanos acima dos 40 anos submetidos a checkups cardíacos. A entidade concluiu que 44% dos participantes passaram, em algum momento, por exames desnecessários. Eles não portavam história ou condições que justificassem a realização de uma ressonância cardíaca ou de um ultrassom de carótidas, por exemplo.

No Brasil, a demanda por exames também parece se intensificar, tanto da parte do clínico quanto do paciente. “As pessoas acreditam que, quanto mais testes elas fazem, mais protegidas ficam”, observa a gastroenterologista Patrícia Oliveira, do serviço de checkup do Laboratório Fleury, em São Paulo. Essa crença, além de ilusória, não está isenta de perigos. Segundo Patrícia, quando um exame mal indicado tem um resultado falso positivo, a investigação prossegue à toa com métodos mais invasivos e dotados de riscos — basta pensar, insistindo na área da cardiologia, no cateterismo ou na tomografia do coração, a qual requer uma dose, ainda que mínima, de radiação.

exames checkup

“Há uma pressão do paciente por exames. Se o médico não os prescreve, ele até procura outro especialista pensando que foi mal atendido”, lamenta o endocrinologista Frederico Marchisotti, da rede Diagnósticos da América, em São Paulo. Também temos o outro lado da história. “Existem profissionais que não ganham muito por consulta, o que os obriga a reduzir o tempo da avaliação clínica e a solicitar mais testes para ganhar segurança”, diz Marchisotti.

ME VÊ UM EXAME AÍ?

Uma palavra resume bem a busca pelo checkup inteligente: individualidade. “O ideal é que haja uma lista básica de exames e outros sejam acrescentados de acordo com a idade, as condições e o histórico familiar”, diz o cardiologista César Jardim, responsável pela equipe de checkup do Hospital do Coração, na capital paulista. Não é o mundo inteiro que precisará repetir o hemograma a cada mês, se submeter a um ultrassom de abdômen anualmente… Tudo depende de bom senso — do médico e do próprio paciente. Dado o recado, SAÚDE! convoca uma seleção de testes indispensáveis em algum momento da vida.

PRESSÃO ARTERIAL

O QUE É? O médico usa um aparelho para conferir a pressão do paciente.
QUANDO FAZER? O exame costuma ser feito a partir dos 18 anos — mas deveria ser requisitado ainda na infância. Precisa ser repetido, no mínimo, uma vez por ano.

POR QUÊ? Detecta alterações na pressão arterial e diagnostica a hipertensão, fator de risco para infartos e derrames.

HEMOGRAMA

O QUE É? É o exame de sangue clássico, que registra o estoque de células vermelhas e brancas.
QUANDO FAZER? É solicitado desde a infância. A menos que haja algum motivo, pode ser refeito anualmente.
POR QUÊ? Sinaliza o estado do sangue e do sistema imunológico, acusando problemas como infecções.

COLESTEROL E GLICEMIA

O QUE SÃO? Testes sanguíneos que avaliam a concentração de gorduras e de açúcar na circulação.
QUANDO FAZER? Podem ser receitados desde a infância, mas depois dos 18 anos a indicação ganha ainda mais consistência. O prazo para repeti-los varia. Depois dos 40, vale uma picada anual.
POR QUÊ? Flagram altos níveis de colesterol e triglicérides, que favorecem as placas capazes de obstruir os vasos. Já a medida da glicose acusa a propensão ao diabete.

ELETROCARDIOGRAMA E TESTE ERGOMÉTRICO

O QUE SÃO? Ambos se valem de eletrodos sobre o peito para apurar o risco cardiovascular. O primeiro é feito com o paciente deitado e o segundo, em movimento.

QUANDO FAZER? Podem ser solicitados ainda na casa dos 20 anos e se tornam obrigatórios após os 40 — a partir dessa idade, o repeteco deve ser anual.

POR QUÊ? Ambos inferem a presença de entupimentos nas artérias, fenômeno que precede ataques cardíacos.

ECOCARDIOGRAMA

O QUE É? É o ultrassom do coração.

QUANDO FAZER? Pode ser receitado na casa dos 20 anos, mas também se torna crucial a partir dos 40. A partir de então, costuma ser refeito anualmente.

POR QUÊ? O método permite avaliar a capacidade de contração do músculo cardíaco, bem como as válvulas desse órgão, alertando para possíveis disfunções.

PAPANICOLAU

O QUE É? O médico raspa células do tecido que reveste o colo do útero. Esse material é analisado no microscópio.

QUANDO FAZER? No começo da vida sexual da mulher. Deve ser feito anualmente.

POR QUÊ? Identifica alterações no colo do útero, bem como lesões pelo vírus HPV, que podem abrir caminho para o câncer.

MAMOGRAFIA

O QUE É? A mulher é submetida a uma máquina que fornece imagens das glândulas mamárias, o que permite averiguar alterações na região.
QUANDO FAZER? O exame deve ser feito anualmente a partir dos 40 anos. Se houver casos de câncer na família, a investigação começa mais cedo, por volta dos 30.

POR QUÊ? O exame é essencial para a detecção precoce do câncer de mama, um dos mais comuns no sexo feminino.

PSA E TOQUE RETAL

O QUE SÃO? O primeiro é um marcador sanguíneo de doenças na próstata. O segundo consiste na avaliação da glândula por meio da introdução do dedo do médico no reto do paciente.

QUANDO FAZER? A partir dos 40 anos, com repetições que podem ser anuais. Se houver casos de câncer na família, os primeiros exames devem ser feitos por volta dos 35.

POR QUÊ? A combinação dos exames ajuda a diagnosticar em fase curável o câncer de próstata. Também acusa o crescimento anormal da glândula.

COLONOSCOPIA

O QUE É? Com um tubo dotado de uma câmera na ponta, o especialista investiga o intestino grosso (cólon e reto).

QUANDO FAZER? A partir dos 50 anos. A avaliação deve começar mais cedo se houver casos de câncer na família. Dependendo do resultado do primeiro exame, a repetição é feita a cada dez anos.

POR QUÊ? O método detecta pólipos, alterações que podem se transformar em tumores. É fundamental, portanto, para a prevenção do câncer de cólon.

DENSITOMETRIA ÓSSEA

O QUE É? Um exame de imagem que verifica a densidade e a integridade de ossos como a bacia e o fêmur.

QUANDO FAZER? É recomendado às mulheres a partir dos 65 anos. Se houver menopausa precoce ou osteoporose na família, o rastreamento deve começar mais cedo.

POR QUÊ? Diagnostica a perda de massa óssea e a osteoporose.

EXAMES DE FUNDO E PRESSÃO DO OLHO

O QUE SÃO? O oftalmologista avalia, por meio de aparelhos, a porção mais profunda do globo ocular e a pressão intraocular.

QUANDO FAZER? Costumam ser realizados em consultas de rotina, mas a investigação se torna de extrema importância a partir dos 50 anos.

POR QUÊ? Pesquisam males que danificam a visão, como o glaucoma, caracterizado pelo aumento da pressão dentro do olho.

DOSAGEM DOS HORMÔNIOS DA TIREOIDE

O QUE É? Exame de sangue que calcula hormônios como o TSH e o T4.

QUANDO FAZER? É solicitado sobretudo às mulheres, que sofrem mais de distúrbios na glândula. Pode ser prescrito desde a juventude, com periodicidade variável.

POR QUÊ? Denuncia disfunções como o hipo e o hipertireoidismo, que repercutem no corpo inteiro.

CHECKUP X INVESTIGAÇÃO

Os médicos empregam o termo checkup para se referir a exames que avaliam uma condição específica — o estado das mamas ou o perfil de colesterol — antes da presença de sintomas. Mas, quando as queixas já aparecem, estamos falando de investigação diagnóstica — testes são solicitados para descobrir o que anda errado. Um bom exemplo é a endoscopia, prescrita diante de reclamações como queimação e dores de estômago e que rastreia gastrites e refluxos.

O tom do tratamento é dado com a utilização de músicas, de sons, do corpo e até do próprio silêncio. Com o objetivo de integração e adaptação social, comunicação e autoconhecimento, a musicoterapia também funciona como estímulo para o desenvolvimento psicomotor e sensorial, favorece o processo de concentração e memória, além de facilitar na elaboração de traumas e de outros entraves emocionais.

musicoterapia

Sem contra-indicação e especialmente aconselhada para casos de distúrbios de aprendizagem, hiperatividade, deficiência mental, transtornos abrangentes ao desenvolvimento, transtornos psíquicos, terceira idade e pessoas que buscam o autoconhecimento, esta terapia trabalha o ser humano globalmente e até por isto, vem sendo incorporada em ambientes hospitalares, clínicas, consultório e complementando o trabalho já realizado por outras especialidades como fisioterapia, a psicologia, a medicina entre outras.

O tratamento depende da vontade e da disponibilidade do paciente ou aluno e este pode ser realizado de duas maneiras distintas: ativamente ou passivamente. No primeiro caso, a pessoa tem liberdade para criar suas próprias músicas e interagir com diferentes instrumentos musicais. Já no modo passivo, o aluno assume papel de ouvidor e passa a batuta para o professor.

Segundo o musicoterapeuta André de Paula Lima e Oliveira Lopes, o profissional tem que ter certa sensibilidade para identificar o que o aluno necessita naquele momento e adequar as técnicas aos seus interesses pessoais. “Com crianças hiperativas, eu parto do oposto, ou seja, as permito descarregar as energias em algum instrumento musical para somente depois, eu focar em outros exercícios”, disse André.

As sessões terapêuticas podem acontecer individualmente ou coletivamente, mas grupos são formados somente quando há compatibilidade entre os participantes. “O ideal é que seja feita, pelo menos, uma sessão de musicoterapia durante a semana e o tratamento não tem data marcada para terminar, mas dois anos são suficientes para alcançar resultados positivos”, comentou Lopes.

O musicoterapeuta também falou que não há uma orientação educacional durante o tratamento. “Os alunos não aprendem a ler partituras e nem, a tocar um instrumento específico. Eles têm acesso a vários instrumentos e podem explorá-los à vontade durante as aulas. O professor somente intervém nesta escolha quando há uma fixação por um único instrumento e é preciso descobrir o que há por trás deste comportamento”.

O contato dos seres humanos com a música pode resultar em grandes benefícios à saúde, mas também pode proporcionar a todos seus adeptos a oportunidade de enfrentar os problemas diários ou o contato com a realidade de maneira mais harmoniosa, alegre e lúdica.

“Trecho do Suplemento Feminino do Estadão”… Musicoterapia

A coordenadora do Curso de Musicoterapia da FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas), Maristela Smith – formada em Musicoterapia pelo Centro Universitário do Conservatório Brasileiro de Música e com mestrado em Psicologia pela Universidade São Marcos – endossa os benefícios da música para a saúde física e mental:

- É utilizada para aumentar, manter ou restaurar um estado de bem-estar. Os especialistas veem vários benefícios, como melhora da coordenação motora, redução da ansiedade, do sentimento de solidão e da depressão, reforço no sistema imunológico e estímulo ao convívio social.

Que tipo acalma? Se você pensou exclusivamente em música clássica, errou. Segundo Maristela, não há um receituário. Cada pessoa traz na sua bagagem de vida um repertório musical e afetivo próprios. “Pegue um caderno e faça uma lista, anotando por ordem de importância músicas que marcaram sua vida, quando tinha 5 anos, 15 anos, o primeiro beijo ou quando se casou, e faça um CD. Leve na bolsa, ouça no trânsito ou mesmo faça uma pausa no escritório. Bastam dez minutos por dia para restabelecer a calma.”

Algumas dicas ajudam a potencializar os efeitos da música. “Existe uma grande diferença entre ouvir e escutar. É fundamental escolher um ambiente calmo, sem interferências de ruídos, de forma que se processe os sons mentalmente”, recomenda.

Segundo Tereza Mello, da ONG Brahma Kumaris, a meditação raja yoga consiste na criação de pensamentos construtivos e elevados, de natureza espiritual, visando a estabelecer um estado mental de harmonia e tranquilidade interna. “Fisicamente, nos sentimos mais dinâmicos e leves e, mentalmente, a clareza aumenta.”

Ter um ambiente propício para se concentrar ajuda bastante, mas não é pré-requisito, uma vez que o mais importante é manter uma atitude positiva. Quanto ao tempo dedicado à meditação, depende do que o praticante quer alcançar. “Para os iniciantes, é aconselhável dez minutos por dia. Depois esse tempo vai aumentando gradualmente.”

Atenção à respiração: “Na medida em que a velocidade dos pensamentos é reduzida, podemos eliminar as inutilidades internas e, com isso, naturalmente, a respiração torna-se mais lenta.” Para quem quiser saber mais a respeito, a ONG (www.bkwsu.org/brasil) oferece cursos mensais de meditação.

De acordo com a psicóloga Maria Aparecida das Neves, educadora especializada em terapia complementar e à frente da DisqFloral & Aromaterapia, os óleos essenciais são os antioxidantes poderosos da natureza: varrem os radicais livres do organismo, ajudando a manter o estado de bem-estar. “São grandes aliados femininos, pois ajudam a limpar os sentimentos negativos e emoções bloqueadas, eliminando a raiz que gera doenças ou condições para que elas se manifestem.”

Com anos de experiência em florais de Bach, a terapeuta sugere a complementação do relaxamento aromaterápico com música instrumental. “Acabamos de lançar um CD com 38 músicas compostas e executadas pelos músicos Adriano Grinberg e Edu Gomes, feitas sob medida para cada uma das essências catalogadas pelo médico inglês Edward Bach.”

Quando se pensa em aromaterapia, um item muito importante é checar a procedência dos óleos, uma vez que sua absorção (por via respiratória e pela pele) é quase que imediata, diz a terapeuta. Nem todas as pessoas têm informações de como utilizá-los no dia a dia: “Para definir que óleo escolher, primeiro é preciso fazer uma autoavaliação. Se a ideia é relaxar, o mais conhecido é o de lavanda. Mas também podem ser usados os de camomila romana ou bergamota.”

É possível beneficiar-se dos óleos essenciais por meio de inalação a vapor, vaporização no ambiente, escalda-pés, banho aromático (na banheira) e automassagem localizada. O óleo essencial deve sempre ser misturado ao óleo vegetal de base. A diluição indicada é de 1 ml de óleo essencial para 50 ml de óleo de base. O ideal é usar os óleos pela manhã ou à noite, descansada.
Selecionado do SUPLEMENTO FEMININO do Jornal

“Recentemente, várias pesquisas comprovaram que a música tem finalidades terapêuticas e grande potencial de cura” e o número de empresas adotando tal tipo de atividade visando o bem estar de seus funcionários tem crescido a cada instante. Veja, abaixo amostra do que a música é capaz de fazer:

  • Diminui a ansiedade e as complicações cardíacas
  • Aumenta a disposição física e mental
  • Promove o equilíbrio da pressão arterial
  • Melhora a resistência física
  • Relaxa em situações de grande estresse
  • Estimula o bom humor
  • Deixa a mente serena
  • Melhora a concentração nas atividades intelectuais
  • Deixa mais apurada as sensações gustativas, olfativas e visuais
  • Alivia a dor de cabeça